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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Especialistas afirmam que cheque não será extinto

Pessoa preenchendo cheque



Por: AGÊNCIA BRASIL

Original de: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/especialistas-afirmam-que-cheque-nao-sera-extinto
Apesar da crescente redução no uso do cheque pelos brasileiros em transações financeiras, ele não será extinto. Essa é a avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil. Para eles, o dinheiro de papel continuará tendo uma utilização residual, principalmente em operações nas quais é necessário manter um registro formal do pagamento. A origem desse meio de negociação, muito popular no Brasil até o fim dos anos 90, é incerta. Segundo o Banco Central, há relatos de que os romanos teriam inventado o cheque, por volta de 352 antes de Cristo. Outras informações dão conta de que o cheque teria nascido na Holanda, por volta de 1.500, quando as pessoas começaram a depositar seu dinheiro com cashiers (caixas).
A única coisa que parece clara é que os talões de cheque estão perdendo espaço. Pesquisa divulgada este mês pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostrou que, em 20 anos, o número de cheques compensados no país despencou 79,84%, passando de 3,3 bilhões, em 1995, para 672 milhões em 2015. Paralelamente, o número de contas bancárias aumentou de 39 milhões, em 1995, para 108 milhões em 2014, uma alta de 176,9% em 19 anos. Ou seja, a derrocada do cheque ocorreu paralelamente a um período de forte inclusão financeira no país.
Segundo o diretor de Operações da Febraban, Walter Farias, o fator decisivo para o abandono do cheque foi a popularização dos meios de pagamento eletrônicos. Ele cita como marco a implementação da Transferência Eletrônica Disponível (TED), em 2002.  "Ali, começou a ter uma migração da utilização de cheques para a TED, que faz com que o dinheiro caia no mesmo dia. O cheque, pode demorar de 24 a 48 horas", comenta. Ele lembra que a TED começou com um limite mínimo alto, de R$ 5 milhões, para que fosse permitida a transferência.
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No entanto, ao longo do tempo, a modalidade foi se tornando mais acessível, até ser eliminada a exigência de limite mínimo para a TED, em 13 de janeiro deste ano. Walter Farias lembra que também houve crescimento maciço na utilização dos cartões. "É mais fácil usar o cartão, tanto de crédito quanto de débito, do que passar um cheque e correr o risco de falsificação", observa.
O economista Gilberto Braga, professor de finanças da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec, concorda que o cheque traz riscos superiores aos das opções mais modernas. Ele lembra que a segurança dos cartões de crédito e débito tem melhorado. "À medida que o tempo passa, o cartão vai ficando mais seguro, são colocados mais mecanismos de proteção", comenta, citando a introdução do chip. Braga ressalta outras melhorias que influem no conforto e na satisfação dos usuários. "Pode-se usar crédito e débito no mesmo cartão. Antes, tinha que levantar para digitar a senha, hoje [a máquina de ler cartões] é portátil", diz. Para ele, por tudo isso, o dinheiro de plástico é uma tendência "irreversível".
Mesmo assim, tanto Gilberto Braga quanto Walter Farias acreditam que o cheque continuará existindo. "Na verdade, o cheque nunca vai morrer. Mas vai ser usado só para grandes transações, em que forem requeridas as formalizações do pagamento. Por exemplo, uma compra e venda de imóvel em que você quer constar na escritura [que foi feito o pagamento]. O cheque você escaneia, copia. Existe uma cultura jurídica dele como meio de pagamento. Uma transferência em dinheiro não deixa evidência muito clara", comenta Braga.
Walter Farias ressalta que países avançados em transações eletrônicas continuam utilizando o cheque. "Se você pegar países mais desenvolvidos que o Brasil em termos dessas transações, eles usam muito ainda. Não acredito que venha a ser extinto", comenta. Apesar da queda acentuada na utilização do dinheiro de papel em 20 anos, ele acredita que, de um ano para outro, os números tendem a ser mais equilibrados. Entre 2014 e 2015, segundo a Febraban, a queda no número de cheques compensados ficou em 11%.
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Marcadores: Curiosidades

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Entenda a previdência privada.



A previdência privada é uma aposentadoria que não está ligada ao sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela é complementar à previdência pública. Todo setor de previdência privada é fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo federal.

Qual a diferença em relação à Previdência Social?

Nos planos de previdência privada, é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade em que ela será feita. Uma pessoa pode contribuir com R$ 100 uma vez por ano, por exemplo. É claro que o valor que receberá quando começar a fazer uso dessa previdência será proporcional ao que contribuiu.

Além disso, o valor investido em um plano de previdência privada pode ser resgatado pela pessoa se ela desistir do plano.
No momento em que é escolhido um plano, é importante estar atento à forma de cobrança de impostos. Independentemente do plano, existe a opção por duas formas de tributação.

Uma delas é a tabela regressiva, que favorece o resgate do dinheiro de uma só vez.

A outra forma é a tabela de impostos progressiva, mais vantajosa para aquelas pessoas que querem receber a quantia investida em forma de parcelas mensais e não resgatar o dinheiro todo numa só parcela.

A simulação a seguir, feita pela Brasilprev, ajuda a entender: uma pessoa de 22 anos que vá se aposentar aos 52 anos, ou seja, 30 anos depois, e faz um investimento único de R$ 30 mil.

Caso retire o dinheiro com um saque único aos 52 anos:
Valor bruto: R$ 285.632,61
Valor líquido com tributação progressiva: R$ 219.749,94
Valor líquido com tributação regressiva: R$ 258.953,95

Caso faça a opção por renda temporária de 20 anos:
Valor bruto: R$ 1.266,86 por mês
Valor líquido com progressiva: R$ 1.266,86
Valor líquido com regressiva: R$ 1.152,62

Contrato

O regime tributário usado deve estar no contrato. Além disso, antes da assinatura do documento, a entidade que oferece o plano deve informar o cliente sobre essas opções.

Quais são os tipos de previdência privada que existem?

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) - É recomendado para pessoas com renda mais alta, pois o valor pago ao plano pode ser abatido no Imposto de Renda (desde que esse valor represente até 12% de sua renda bruta anual). Porém, quando o dinheiro é sacado, o imposto pago é referente ao total que havia no fundo. Por exemplo, se esse valor for de R$ 500 mil, o imposto será cobrado sobre ele.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) - Sua diferença para o PGBL é que ele não pode ser abatido no Imposto de Renda. Porém, quando o dinheiro é sacado, o imposto cobrado é referente ao que o dinheiro investido rendeu.

Por exemplo, se a quantia que há é de R$ 500 mil, mas o rendimento que houve ao longo do plano foi de R$ 200 mil, o imposto cobrado será referente a este último valor. Esse plano é indicado para pessoas que têm renda menor e que, por isso, declaram imposto nos formulários simplificados ou nem declaram imposto.

Nos planos de previdência privada, é possível escolher se a renda recebida será por um determinado período ou se ela será vitalícia. Quem faz o plano também pode determinar que os filhos e a mulher continuem recebendo a renda se ele morrer.

Quando uma pessoa inicia um PGBL ou VGBL pode atrelar a seu plano um pecúlio por morte ou invalidez. Essas opções funcionam como um seguro. No primeiro caso, quando a pessoa que paga morre, o dinheiro acumulado é dado à família. No segundo caso, se a pessoa que paga perde suas condições de trabalho, o dinheiro é entregue a ela mesma.

Como encontrar as entidades que oferecem planos de previdência privada?

No site da Susep, é possível encontrar todas as entidades credenciadas a realizar planos de previdência privada. Na página, também há como simular quanto será o benefício recebido de acordo com entidade e plano de previdência escolhidos. As informações estão separadas em VGBL e PGBL.

Quais são os requisitos necessários para iniciar um plano de previdência privada?

Não há idade mínima nem necessidade de comprovação de renda. Qualquer um pode iniciar um plano. Por exemplo, um bebê pode ter uma previdência privada iniciada pelos pais. Antes de começar, é importante saber que esse é um investimento de longo prazo.

Taxas cobradas

As empresas de previdência complementar costumam cobrar três tipos de taxas dos participantes: carregamento (sobre cada contribuição), gestão (anual) e saída (no momento do resgate).

Hoje, o mercado trabalha com taxas de carregamento sobre o valor de cada contribuição (aporte). Portanto, dependendo da instituição, um cliente que aplique mensalmente R$ 1.000 na previdência complementar acumulará no final de um ano (sem considerar os rendimentos dos fundos) entre R$ 12 mil (taxa de 0%) e R$ 11.400 (taxa de 5%, média do mercado).

Também incide sobre a reserva acumulada a taxa de gestão. Ela varia no mercado nacional de 0,5% a 4% ao ano e incide sobre o patrimônio acumulado no fundo. Um custo que não pode deixar de ser considerado na hora da escolha do produto.
As taxas de saída são de 0,38% em relação ao valor acumulado. Algumas empresas optam por não cobrar a taxa de saída sobre o resgate das aplicações.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Como poupar dinheiro em 5 passos

como poupar dinheiro

É muito difícil encontrar alguém que não queira poupar dinheiro. Entretanto, a distância entre querer e conseguir costuma ser muito grande. O curioso é que, em boa parte dos casos, isso acontece por um único motivo: começamos o mês prometendo que, dessa vez, vamos conseguir guardar dinheiro, mas quando ele chega ao fim, não sobrou nada na conta.
A boa notícia é que reverter essa situação pode ser mais fácil do que você imagina. Para isso, a primeira pergunta que você deve responder é se você está endividado. 
Se você não estiver endividado, siga em frente e confira cinco dicas para poupar dinheiro já a partir do mês que vem:

1. Como poupar dinheiro – Não espere até o fim do mês

Se você já percebeu que nunca sobra dinheiro no fim do mês, que tal começar a guardar dinheiro logo quando o salário cai? Uma boa dica é criar uma poupança programada para este dia. Assim, você nem vai começar a contar com esse dinheiro para o dia-a-dia.

2. Como poupar dinheiro – Organize seu orçamento

Você deve saber quanto ganha, mas e quanto gasta? É impossível controlar o orçamento sem saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. Para ajudar a organizar seu orçamento, a dica é contar com uma das ferramentas de organização financeira disponíveis no mercado.
Quem gosta de números e guarda todas as notinhas do cartão para somar no fim do mês pode contar com uma planilha de controle de gastos. Agora para quem se arrepia só de pensar em preencher uma planilha, uma opção é usar o GuiaBolso, que puxa todas as suas movimentações bancárias automaticamente em menos de dois minutos.

3. Como poupar dinheiro – Crie metas para seus gastos

Você já conhece a regra dos 50-15-35? Ela prevê a criação de metas para todas as suas despesas, dividindo-as em três categorias:
– 50% para gastos essenciais: todos aqueles necessários para você se manter no seu dia-a-dia: moradia, alimentação, saúde, educação, etc.
– 15% para prioridades financeiras: para quem não tem dívidas, a prioridade é guardar dinheiro para os projetos futuros.
– 35% para estilo de vida: todos os gastos ligados a hobbies e lazer: academia, salão de beleza, restaurantes, baladas, etc.

4. Como poupar dinheiro – Construa uma reserva de emergência

Seu primeiro objetivo ao poupar 15% da renda é construir uma reserva de emergência para se prevenir de imprevistos financeiros. O ideal é que esse colchão some de três a seis salários.
Guardando 15% da sua renda, você alcançará três salários em um ano e oito meses. Se conseguir economizar no estilo de vida e nos gastos essenciais, poderá aumentar a poupança mensal e atingir esse objetivo antes do prazo.

5. Como poupar dinheiro – Diversifique seus investimentos

Depois de construir sua reserva de emergência, você estará livre para procurar outras opções de investimento mais rentáveis do que a poupança. Uma boa dica é procurar um consultor financeiro para te ajudar a definir os próximos passos.
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Marcadores: Finanças Pessoais

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Conheça a LCI


Por: Leonardo Rocha (http://queroinvestiragora.com/)

O que é LCI?


LCI significa Letras de Crédito Imobiliário. São títulos de crédito lastrados por créditos imobiliários, garantidos por hipoteca ou por alienação fiduciária da coisa imóvel. Agora você vai me dizer que realmente não entendeu nada!
Para explicar de forma mais simples a LCI é um empréstimo de dinheiro que você faz a uma instituição. Os recursos do empréstimo serão destinados para financiar o setor imobiliário. Logo, quando você empresta dinheiro para uma determinada instituição, ela faz um “contrato” com você firmando quanto irá pagar de juros em um determinado prazo. Isso significa que a LCI é um investimento de Renda Fixa!

Tributação


A maior vantagem da LCI, ao meu ver, é a isenção de imposto de renda para pessoas físicas. Dessa forma, a LCI pode ser uma alternativa interessante para o seus investimentos de Renda Fixa. Só lembrando que para oCDB, para os Títulos Públicos e para alguns outros tipos de investimento de renda fixa o imposto de renda varia da seguinte forma:
  • 22,5% para aplicações de até 180 dias;
  • 20% para aplicações entre 181 dias e 360 dias;
  • 17,5% para aplicações entre 361 dias e 720 dias;
  • 15% para aplicações superiores a 720 dias.

Risco


O risco é algo que sempre deve ser pensando antes de você realizar um investimento. Podemos dizer que o risco da LCI é relativamente baixo. Caso “o mundo acabe”, a instituição bancária será a primeira porta que você irá bater para reaver o seu dinheiro. Se a instituição não puder lhe pagar, você conta com a proteção doFGC (Fundo Garantidor de Crédito) que irá lhe proteger para valores de até R$ 250.000,00. Logo, podemos afirmar que o risco é baixo e semelhante ao do CDB.

Aplicação Mínima


Como você já deve estar se dando conta o cobertor sempre é curto. Se queremos cobrir a cabeça descobrimos os pés e vice e versa. Uma prova disso é que a LCI, por possuir vantagens como a isenção do imposto de renda, requer um valor maior para aplicação mínima. Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, a aplicação mínima é de R$ 50.000,00.

Prazos


Outro fato que você deve cuidar para investir na LCI é que ela possui um prazo mínimo para resgate, ao menos na LCI da Caixa, que é de 60 dias. Logo, ela não seria a aplicação mais interessante para um prazo inferior a 60 dias, pois você terá problemas de liquidez (transformar a LCI em dinheiro).

Fique Atento!


Muitas instituições acabam falando que a LCI paga 107% do CDI. Quando falam isso, estão se referindo ao valor líquido da rentabilidade do CDI, ou seja, o valor descontado do imposto de renda. Então sempre fique atento e calcule para saber se vale a pena ou não.

Afinal vale a pena investir na LCI?


A resposta é depende. Então você vai me perguntar: Depende do que? Depende de qual percentual do CDIque você consegue na sua aplicação no CDB e qual % do CDI você consegue no investimento em LCI. Você também deve levar em consideração o prazo porque ele acaba influenciando na alíquota do imposto de renda a ser cobrado.

Exemplo:
Vou considerar que a taxa do CDI está em 10% ao ano. Se você tem a possibilidade de investir em um CDB que pague 100% do CDI, sua rentabilidade líquida seria de:
  • 7,75% para aplicações feitas até 180 dias.
  • 8,00% para aplicações feitas entre 181 dias e 360 dias.
  • 8,25% para aplicações feitas entre 361 dias e 720 dias.
  • 8,50% para aplicações feitas a mais de 720 dias.
Nesse caso, uma LCI que pague 84% do CDI bruto, seria mais interessante que investir no CDB para prazos inferiores a 721 dias. Mas por que isso?
84% do CDI equivale a 8,4% e 8,4% é maior que 8,25%, 8% e 7,75% que é o que renderia o CDB que você investiu. Agora se você pretende investir para um prazo maior que 720 dias o CDB, nesse caso, seria mais em conta.
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Marcadores: Finanças Pessoais

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O que são as LCA?

Resultado de imagem para o que são lca

Por:  Leonardo Rocha

LCA significa Letra de Crédito do Agronegócio. Elas são emitidas por instituições financeiras (tanto públicas quanto privadas) e possuem como lastro os direitos creditórios que são originados no agronegócio.
A LCA é bastante semelhante a LCI em várias características. No entanto, os recursos do empréstimo serãodestinados para financiar o agronegócio. Da mesma forma que a LCI, a LCA é um investimento de Renda Fixa, pois o valor a ser pago (baseado em um indexador com um percentual do CDI, por exemplo) e a data de vencimento são pré-estabelecidos quando você faz um contrato com o credor.

Tributação


Da mesma forma que a LCI, a LCA também é isenta de imposto de renda, o que a torna um investimento bastante atrativo.

Risco


O risco da LCA pode ser considerado relativamente baixo. Além da instituição financeira como cobertura para um possível problema de calote, agora a LCA também conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que cobre valores até R$ 250.000,00 por CPF e por instituição financeira. 

Aplicação Mínima


Ao menos na LCA do Banco do Brasil a aplicação mínima é de R$ 30.000,00. Nessa hora gosto de reiterar a importância de ter uma conta em uma corretora. Muitas delas permitem que você adquira produtos com aplicações mínimas bem mais baixas, o que acaba sendo uma grande vantagem para o investidor.
Além disso, algumas corretoras possuem produtos de várias instituições financeiras, o que torna a sua vida muito mais fácil. Tendo apenas a conta em uma corretora você pode comprar os mais diversos produtos de várias instituições financeiras.
Lembre-se, no entanto, que é muito importante você ter uma pessoa de confiança para lhe ajudar com os seus investimentos. Quando digo isso é que você conheça alguém que pense primeiro em você, tentando lhe servir com os melhores produtos disponíveis para seu objetivo e perfil, independentemente da comissão que o corretor irá receber.

Prazos


Da mesma forma que a LCI, a LCA possui um prazo mínimo para investimento. A liquidez também é menor o que pode diminuir o seu ganho ou até mesmo lhe gerar um pequeno prejuízo se quiser sair de sua posição antes do prazo estabelecido. Portanto, sempre fique atento antes de investir em uma LCA. Verifique se as condições estão de acordo com o seu objetivo, perfil e prazo que você possui para investir.

A partir daqui o artigo acabou ficando muito parecido ao da LCI porque possuem muitas características em comum.

Fique Atento!


Muitas instituições acabam falando que a LCA paga 107% do CDI. Quando falam isso, estão se referindo aovalor líquido da rentabilidade do CDI, ou seja, o valor descontado do imposto de renda. Então sempre fique atento e calcule para saber se vale a pena ou não.

Afinal vale a pena investir na LCA?


A resposta é depende. Então você vai me perguntar: Depende do que? Depende de qual percentual do CDIque você consegue na sua aplicação no CDB e qual % do CDI você consegue no investimento em LCA. Você também deve levar em consideração o prazo porque ele acaba influenciando na alíquota do imposto de renda a ser cobrado.

Exemplo:
Vou considerar que a taxa do CDI está em 10% ao ano. Se você tem a possibilidade de investir em um CDB que pague 100% do CDI, sua rentabilidade líquida seria de:
  • 7,75% para aplicações feitas até 180 dias.
  • 8,00% para aplicações feitas entre 181 dias e 360 dias.
  • 8,25% para aplicações feitas entre 361 dias e 720 dias.
  • 8,50% para aplicações feitas a mais de 720 dias.
Nesse caso, uma LCA que pague 84% do CDI bruto, seria mais interessante que investir no CDB para prazos inferiores a 721 dias. Mas por que isso?
84% do CDI equivale a 8,4% e 8,4% é maior que 8,25%, 8% e 7,75% que é o que renderia o CDB que você investiu. Agora se você pretende investir para um prazo maior que 720 dias o CDB, nesse caso, seria mais em conta.

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